Estas 6 cores garantem mais tranquilidade para a sua casa

De acordo com a psicologia das cores e o Feng Shui, esses são os melhores tons para decorar a casa e fugir do estresse. Seu lar é seu refúgio!

1. Cores tranquilas

Imagem: Thinkstock

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Em meio à rotina apressada é difícil encontrar calmaria e o momento de relaxar se torna reservado para o lar. Por esse motivo é essencial decorar o espaço em que você mora de maneira confortável, aplacando a negatividade e o estresse. O Feng Shui também enfatiza a força do tom sob as energias da pessoa e de seu lar. Confira a lista das nuances mais calmantes de acordo com a psicologia das cores e também o que a arte milenar chinesa diz sobre cada uma.

2. Azul

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Vários tons de azul são os primeiros recomendados quando o assunto é cor para ambientes calmantes. Eles estão ligados à mente, logo se relacionam à serenidade e configuram quartos perfeitos para uma noite de sono profundo! Quanto mais claro, mais acalmam e auxiliam na concentração. No Feng Shui, azul claro representa juventude e novos começos, algo necessário após um dia cheio. Já o azul escuro deixa o espaço repleto de sabedoria e introspecção, motivando momentos solitários de reflexão.

3. Violeta

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Uma cor pastel tão suave não poderia ficar de fora da lista! O violeta é uma ramificação do azul, uma nuance leve do roxo que inspira espiritualidade. Por isso ele engloba algumas características dos dois, maximizando a tranquilidade dos ambientes em que está. Ele encoraja a contemplação e meditação – não há lugar melhor para meditar que em um cômodo violeta!

4. Rosa pálido

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O rosa ajuda a trazer paz para dentro de um ambiente – com a condição de que você não invista de cara em um rosa choque! Para o Feng Shui, além de ser relacionado ao amor, ele também está ligado à parceria – algo que precisamos dos outros e de nós mesmos. Os tons certos ficam bem em qualquer ambiente, principalmente combinados com cinza para terem a energia do vermelho dentro deles neutralizada.

5. Verde

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Não há nada mais calmante que a natureza e o verde é a cor que melhor a representa. O frescor do tom tranquiliza os pensamentos! Ele é representante de crescimento, trazendo frescor para o lar. Invista em paredes deste tom ou em várias plantas sob um belo fundo branco para deixar a casa com cara de refúgio.

6. Cinza

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Já falamos como tons de cinza são uma enorme tendência na decoração – o que deixa sua presença nesta lista ainda mais cheia de significado! Cinzas frios, puxados para o azul, são ideais para neutralizar um ambiente e deixa-lo sereno. A arte milenar explica que a cor representa a união harmoniosa entre preto e branco, ambos em equilíbrio. Bem clarinho, parece o céu nublado em dia de garoa – ideal para quem gosta de contemplação e calmaria ouvindo as gotas leves na janela. Aproveite nossa matéria com cinco dicas para decorar com o cinza como tom neutro!

7. Branco

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Branco costuma representar claridade, que pode ser relacionada à lucidez. Não há nada melhor em um dia estressante do que esfriar a cabeça e se renovar, algo que é muito feito em banheiros. Por isso este ambiente essencial para o relaxamento costuma possuir essa cor! Apesar disso, o Feng Shui alerta para a força ousada que o branco pode ter, tornando-se difícil de olhar principalmente quando ele é puríssimo e extremamente claro. A solução para que ele seja efetivo e traga benefícios para a mente é usá-lo em tons atenuados, beirando o cinza. Aproveite e combine-o a texturas e até madeiras claras para não correr o risco de deixar o ambiente frio demais – atingindo o efeito contrário do procurado.

Fonte: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/estas-6-cores-garantem-mais-tranquilidade-para-a-sua-casa/

 

Saiba como não errar na hora de compor ambientes com tapetes

Versáteis e atemporais, os tapetes casam tanto com ambientes modernos quanto com ambientes mais clássicos

Engana-se quem acha que o tapete é apenas mais um acessório para decorar a casa. Eles podem ser considerados os fundamentos de cada ambiente, podem ter significações e dar a base de estilo. Eles aquecem, unificam espaços, orientam a circulação, favorecem a acústica, personalizam cada canto da casa e podem dar um toque de sintonia com a personalidade do morador.

Atemporais e com status de obras de arte, os tapetes orientais, especialmente os persas, são clássicos que carregam elementos de culturas milenares e podem dar um ar de requinte a diferentes ambientes. Eles trazem riqueza de detalhes, desenhos e cores, podendo assim ser protagonistas do aposento. “Com bom gosto e atenção à composição total do ambiente – cores, texturas, nuances e estilo – também é possível harmonizar o tapete oriental com móveis que também são estrelas na ambientação”, explica o catalão José Morales, proprietário da loja Morales Furniture e Tapetes.

Em decorações mais tradicionais, o tapete estampado combina muito bem com móveis de madeira e decoração com detalhes em dourado (Foto: Shutterstock)

Em decorações mais tradicionais, o tapete estampado combina muito bem com móveis de madeira e decoração com detalhes em dourado (Foto: Shutterstock)

Morales pontua que existem tapetes para cada tipo de ambiente e estilo. “Fica muito chique combinar um tapete com características marcantes e tons quentes a móveis mais clean e de linhas retas, modernos e em tons claros”, sugere. Nesse caso, um tapete oriental funciona como um ponto forte da decoração e, dependendo da estamparia escolhida – em tons terrosos por exemplo –, são capazes de trazer aconchego e calor ao espaço.

Em decorações mais tradicionais, o tapete estampado combina muito bem com móveis de madeira e decoração com detalhes em dourado.

Já os tapetes em cores lisas costumam ser coringas para uma decoração mais jovial e colorida. “Busque fazer da decoração da sua casa uma extensão da sua personalidade. O importante é que você se sinta bem e à vontade para receber amigos e familiares. Tem que preze mais o conforto.

Já os tapetes em cores lisas costumam ser coringas na decoração (Foto: Shutterstock)

Já os tapetes em cores lisas costumam ser coringas na decoração (Foto: Shutterstock)

Outros preferem priorizar o estilo. Há ainda os que buscam um equilíbrio entre esses dois fatores. Isso, na minha opinião, é o ideal”, Morales comenta.

Como posicionar o tapete?

O especialista lembra que é importante medir o tamanho dos espaços disponíveis para não errar na proporção. “Não se pode passar a impressão de que o tapete está sobrando, parecendo quase um carpete e, assim, desvalorizando a peça, nem tampouco ser pequeno demais e não acomodar a mobília do ambiente”, explica Morales.

Sala de estar

Existe também a opção de deixar alguns móveis para fora, como a mesa lateral (Foto: Shutterstock)

Existe também a opção de deixar alguns móveis para fora, como a mesa lateral (Foto: Shutterstock)

Aqui a peça deve ser grande, permitindo posicionar todos os móveis do living em cima. “Isso traz sensação de amplitude”, comenta. Existe também a opção de deixar alguns móveis para fora, como a mesa lateral. Sempre respeite a regra de que o tapete deve ultrapassar os pés do sofá em pelo menos 10 centímetros.

Sala de jantar

Atemporais e com status de obras de arte, os tapetes orientais, especialmente os persas, são clássicos que carregam elementos de culturas milenares (Foto: Shutterstock)

Atemporais e com status de obras de arte, os tapetes orientais, especialmente os persas, são clássicos que carregam elementos de culturas milenares (Foto: Shutterstock)

Aqui o tapete deve criar uma moldura para a mesa de jantar e facilitar a movimentação das cadeiras. Para isso, escolha uma peça cujo tamanho ultrapasse o tampo da mesa de 70 centímetros a 1 metro, para acomodar as cadeiras sem que nenhum dos pés fique fora do tapete mesmo quando forem usadas.

Quarto

Busque tapetes aconchegantes e macios para este ambiente (Foto: Shutterstock)

Busque tapetes aconchegantes e macios para este ambiente (Foto: Shutterstock)

Escolha um tapete que calce a cama e ultrapasse a largura em 70 centímetros de cada lado. Busque tapetes aconchegantes e macios para este ambiente.

Fonte: http://revista.zapimoveis.com.br/saiba-como-nao-errar-na-hora-de-compor-ambientes-com-tapetes/

 

Não consigo mais pagar um imóvel financiado. E agora?

Imóvel financiado: o não pagamento das parcelas pode fazer você perder o bem (Thinkstock)

Imóvel financiado: o não pagamento das parcelas pode fazer você perder o bem (Thinkstock)

O não pagamento das prestações da casa ou apartamento financiados podem levar à perda do imóvel, mas prazo depende do tipo de contrato.

O não pagamento das prestações da casa ou apartamento financiados podem levar à perda do imóvel.

Nos financiamentos imobiliários, existem basicamente dois tipos de garantia: a hipotecária e a alienação fiduciária. O comprador pode identificar no próprio contrato qual foi a forma escolhida.

Embora os nomes sejam complicados, a principal diferença entre elas, para quem está inadimplente, é o tempo que o devedor tem para tentar renegociar a dívida ou arrumar um meio para pagá-la.

No caso da garantia hipotecária, é necessário um processo judicial, normalmente demorado, para que somente ao final desse trâmite o agente financeiro possa receber o seu crédito ou retomar o imóvel.

Já na alienação fiduciária tudo acontece muito rápido. A falta de pagamento de três parcelas, em geral, dá o direito de o financiador notificar, por cartório o devedor, sem processo judicial, para que pague a dívida corrigida em 15 dias.

Se não realizar o pagamento das parcelas em aberto, acrescida das despesas de cobrança, em até 30 dias o imóvel pode ir a leilão. Ou seja, não há muito tempo para se buscar uma alternativa.

É importante lembrar que, independente de qual seja a garantia, a falta de pagamento quase sempre acaba com a perda do imóvel. O ideal é que, antes de se tornar inadimplente, o comprador tente renegociar a dívida com o agente financeiro.

Resposta de Marcelo Tapai é advogado especialista em direito imobiliário e sócio do escritório Tapai Advogados. É presidente do Comitê de Habitação da OAB/SP e diretor do Brasilcon (Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor)
Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/nao-consigo-mais-pagar-um-imovel-financiado-e-agora/

A importância das áreas de convívio e lazer nos condomínios residenciais

Foto: Rio Jaú

Foto: Rio Jaú28

Com a violência, o trânsito intenso e os apartamentos cada vez menores, as áreas de lazer dos edifícios ganharam uma importância maior na hora do cliente decidir pela compra do imóvel. Para agradar os compradores, as construtoras passaram a cuidar bem do projeto dos espaços de lazer e a maioria delas já entrega tudo mobiliado e equipado para mimar os compradores.

Além da entrega das áreas equipadas e mobiliadas, as construtoras passaram a incluir mais itens nos espaços de lazer. A lista vai desde o básico como piscina, salão de festas e minicampo gramado até opções de diversão inusitadas como pista de skate, boate, cinema, garage band, entre outras. A quantidade de itens depende do tipo de projeto do empreendimento. No estilo condomínio clube, marcado por uma grande quantidade de apartamentos compactos, a área de lazer é ampla e completa e traz até 40 itens.

O acabamento da área de lazer e a qualidade dos móveis e equipamentos usados para equipá-la estão diretamente ligados ao preço do apartamento. Os imóveis mais caros voltados para a classe média alta têm áreas de lazer decoradas com itens requintados. Mas isso não quer dizer que os apartamentos mais populares sejam equipados com desleixo. Pelo contrário, até os imóveis do Minha casa, minha vida têm espaços de lazer bem decorados.

O cliente tem que ter cuidado na hora da compra para não ficar encantado com a enorme quantidade de itens de lazer de um empreendimento e analisar se realmente vai utilizar todos os espaços.

Além da ampliação do número de itens das áreas de lazer, outra característica dos novos tempos da construção imobiliária é a segmentação dos espaços para agradar os moradores de todas as idades. Antigamente, a maior parte dos prédios tinha apena um salão de festas. Hoje são vários voltado para públicos diferentes. Há o salão de festas para os adultos, os voltados para os adolescentes e aqueles para as festas infantis. As crianças menores também ganharam um espaço lúdico e seguro: a brinquedoteca. Isso permite que crianças de dois ou três anos brinquem longe das maiores para evitar acidentes.

Na hora de receber o imóvel, os moradores devem checar logo se todos os equipamentos da área de lazer estão funcionando e se encontram em bom estado. Em caso de itens quebrados ou danificados, o ideal é contactar logo a construtora para que a peça seja consertada ou substituida. Agora se o equipamento quebrar tempos depois que o imóvel for entregue com o uso frequente, aí a responsabilidade é da empresa fabricante.

 

Fonte: CBIB Clipping

Valor do imóvel financiado com FGTS sobe de R$ 750 mil para R$ 950 mil

fgtsO CMN (Conselho Monetário Nacional) decidiu nesta quinta-feira (24) elevar, pela primeira vez desde 2013, o limite máximo do valor do imóvel para financiamento com o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

No caso de São Paulo, Rio, Minas e Distrito Federal, o valor máximo passou de R$ 750 mil para R$ 950 mil. Nos demais Estados, o aumento foi de R$ 650 mil para R$ 800 mil.

A decisão passa a valer a partir desta sexta (25), para imóveis novos e usados.

O novo limite também vale para os financiamentos com as taxas de juros do SFH (Sistema Financeiro de Habitação, que utiliza recursos da caderneta de poupança).

Segundo o BC, a regra que determina que o limite do financiamento é de no máximo 80% do valor de avaliação do imóvel será mantida.

O CMN também decidiu acabar com a chamada “amortização negativa”. Os contratos não poderão mais admitir crescimento do saldo devedor ao longo de todo o período de financiamento.

Para isso, o dinheiro pago mensalmente pelo mutuário deverá ser usado também para abatimento do principal, e não apenas para o pagamento de juros.

Na prática, essa nova regra não terá muito impacto, pois já é adotada pela maioria dos bancos, como a Caixa, que detém a maior parte do financiamento imobiliário no país.

Haverá um período de transição, entre 31 de janeiro e 31 de março de 2017, para que as instituições financeiras se adaptem a essa nova regra.

“Esse é o critério prudente. Que o saldo devedor vá caindo ao longo do tempo”, disse Silva Marques, chefe-adjunta no Departamento de Normas do BC.

O conselho também anunciou que o BNDES poderá emitir um instrumento conhecido como COE (Certificado de Operações Estruturadas), vendidos exclusivamente para grandes investidores.

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/11/1835319-valor-do-imovel-que-pode-ser-financiado-com-fgts-aumenta.shtml

Caixa anuncia redução de juros para financiamento imobiliário

Redução será de até 0,25 ponto percentual para todas as linhas. Taxa balcão – para não clientes – passa de 11,22% para 11% ao ano.

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A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (8) uma redução nas suas taxas de juros para financiamento de imóveis novos e usados com recursos da poupança. A redução será de até 0,25 ponto percentual ao ano para todas as linhas.

A chamada taxa balcão, para clientes que não tem relacionamento com o banco, cairá de 11,22% para 11% ao ano no Sistema Financeiro Habitacional (SFH), e de 12,5% para 12,25% no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).
Apesar da redução, a taxa balcão continuará acima da cobrada em março, quando estava em 9,9%.

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Para os clientes que fizerem a opção de receber o salário pela Caixa e adquirirem imóveis novos ou na planta, cuja construção tenha sido financiada pelo banco, a Caixa irá oferecer condições iguais às oferecidas aos servidores públicos. A taxa de juros cairá de 11,22% ao ano para 9,75% ao ano no SFH, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis enquadrados no SFI.

Segundo a Caixa, as medidas “são reflexo da diminuição da taxa Selic” – juros básicos da economia, que foram reduzidos no mês passsado pelo Banco Central para 14% ao ano.

“O objetivo é contribuir para alavancagem de vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e, consequentemente, atrair novos clientes para a instituição, com condições especiais no crédito imobiliário”, disse a Caixa, em comunicado.

O banco anunciou ainda que o limite mínimo de financiamento no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) passou de R$ 100 mil para R$ 80 mil. No SFI, o limite para imóvel residencial é R$ 650 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde é de R$ 750 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

Em março, banco elevou taxas

Em março, a Caixa tinha elevado suas taxas de juros para crédito imobiliário, citando alinhamento ao atual cenário econômico”.

A Caixa informou que já aplicou em 2016 R$ 66,2 bilhões dos R$ 93 bilhões destinados no ano para crédito habitacional. O banco é responsável atualmente por de 66,9% do crédito imobiliário oferecido no país.

O volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis caiu 45,8% neste ano, no acumulado até setembro, na comparação com 2015, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Nos 9 primeiros meses do ano, o volume de empréstimos para aquisição e construção da casa própria com recursos do SBPE somou R$ 33,6 bilhões. Entre janeiro e setembro, foram financiados 148,1 mil imóveis, o que corresponde a uma queda de 47,3% em relação a igual período de 2015, segundo a Abecip, quando 281,1 mil unidades foram contratadas.

Taxas para empresas

Para o segmento Pessoa Jurídica, a Caixa reduziu a taxa de juros em 1 ponto percentual ao ano em todas as faixas de relacionamento. As taxas para Micro e Pequenas Empresas (MPE) cairão de 14% para 13%, e para Médias e Grandes Empresas (MGE) de 13,5% para 12,5%.

A Caixa elevou o prazo para empresas que pretendam financiar a construção de empreendimentos pelo banco, pelo SBPE, incluindo elevação do prazo do produto para até 36 meses e concessão de carência pós-obra de 12 meses.

Confira a íntegra do comunicado:

A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta terça-feira (8), a redução da taxa de juros para pessoa física e pessoa jurídica, além da diminuição da cota mínima de financiamento dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Todos os clientes pessoa física que financiarem imóveis novos ou usados, enquadrados no SBPE, terão redução linear de 0,25 ponto percentual, independente do relacionamento com o banco.

Para clientes que adquirirem imóveis novos ou na planta, cuja construção tenha sido financiada pela CAIXA, e fizerem a opção de receber o salário pela CAIXA, o banco irá oferecer taxas de juros especiais, iguais às oferecidas aos servidores públicos. As taxas de juros passariam, nesse caso, de 11,22% a.a para 9,75% a.a, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 12,5% a.a para 10,75% a.a, para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Veja tabela abaixo:

As medidas são reflexo da diminuição da taxa SELIC, anunciada recentemente pelo Banco Central. O objetivo é contribuir para alavancagem de vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e, consequentemente, atrair novos clientes para a instituição, com condições especiais no crédito imobiliário.

A CAIXA disponibilizou R$ 93 bilhões para o crédito habitacional, neste ano, e já aplicou R$ 66,2 bilhões. A expectativa é aplicar R$ 26,8 bilhões até o final do ano.

Apoio à Construção Civil:

Para o segmento Pessoa Jurídica, a CAIXA reduziu a taxa de juros em 1% a.a, em todas as faixas de relacionamento. As taxas para Micro e Pequenas Empresas (MPE) cairão de 14% para 13%, e para Médias e Grandes Empresas (MGE) de 13,5% para 12,5%.

O banco implantou também o sistema de taxa segregada por rating, para o segmento corporativo, que visa beneficiar as empresas com alto índice de relacionamento com a CAIXA. Com a medida, a redução de juros, de acordo com o relacionamento, pode chegar até 1,5% a.a. Para empresas com rating A, a taxa deve variar de 12,5% para 11%. Para empresas com rating B e C, as taxas mínimas chegarão, respectivamente, a 11,5% e 12%.

Para imóveis enquadrados no SFI, o banco modificou a remuneração do Correspondente CAIXA Aqui (exceto repasses), padronizando em 1% o valor do financiamento, com limite de R$ 2 mil nas operações do FGTS e sem limite para o SBPE.

A CAIXA ainda realizou uma série de ajustes para empresa que pretendem financiar a construção de empreendimentos pelo banco (Apoio à Produção), dentro do SBPE.
* Elevação do prazo do produto para até 36 meses
* Concessão de carência pós-obra de 12 meses
* Utilização da tabela Price nos contratos de produção
* Possibilidade de acréscimo de 25% sobre a obra a executar

Diminuição do valor mínimo de financiamento dentro do SBPE Além da redução de juros e taxa especial, a CAIXA promoveu melhoria de condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite mínimo de financiamento no SBPE passou de R$ 100 mil para R$ 80 mil. A medida busca atender o mercado de unidades habitacionais nessas faixas e vale para imóveis novos e usados, dentro do SFH e SFI.

O limite do SFH para imóvel residencial é R$ 650 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde é de R$ 750 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

A CAIXA tem participação de 66,9% no mercado imobiliário e permanece líder nesse segmento.

 

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/11/caixa-anuncia-reducao-de-juros-para-financiamento-imobiliario.html

 

João Pessoa está entre as melhores cidades para desfrutar a aposentadoria

Imagem: www.helioabreu.com.br

Imagem: www.helioabreu.com.br

João Pessoa é destaque em ranking internacional que revela as melhores cidades para se desfrutar a aposentadoria. Ao lado da capital está a cidade de Fortaleza, no Ceará, de acordo com a organização International Living, responsável pelo ranking anual dos melhores lugares para se viver depois de se aposentar.

Para a escolha dos destinos, o International Living considera, entre outras coisas, quesitos como custo e qualidade de vida.

Cidades

De acordo com o levantamento, João Pessoa é descrita como uma cidade “verde”, repleta de natureza, ainda que moderna. O município também é classificado como limpo e seguro, constituindo um ambiente relaxante e saudável para quem já trabalhou muito e hoje quer apenas aproveitar a vida.

Já Fortaleza possui bonitas praias, vida noturna agradável ao público da terceira idade e bons restaurantes. Além disso, descreve a organização, ela agrada a todos os gostos, pois reúne modernidade, atrações naturais e históricas.

Outros locais

Além das cidades brasileiras, o International Living também incluiu outras cidades sul-americanas na lista, como Montevidéu, Colônia do Sacramento e Punta Del Leste, todas no Uruguai. As duas primeiras são indicadas para quem aprecia cultura e conveniência, já que são repletas de galerias e restaurantes. A última é para os que gostam da vida no litoral, porém cercada de conforto.

Além da América do Sul, a organização listou cidades na Europa e na América Central.

 

Fonte: http://www.infomoney.com.br

 

Antecipar a quitação do financiamento garante desconto?

Especialista responde se o banco é obrigado a dar desconto caso o mutuário resolva quitar o financiamento da casa antes do prazo negociado

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Imagem: exame.com

Pergunta do leitor: Contratei um financiamento de imóvel e meu saldo devedor é de R$ 290 mil. Liguei para o banco solicitando a quitação do empréstimo e me informaram que eu não teria desconto no valor. Eu não consigo reduzir o pagamento de juros ao antecipar o pagamento?

Resposta de Ronaldo Gotlib*

Segundo artigo 52 parágrafo segundo do Código de Defesa do Consumidor, é direito de todo consumidor/devedor ser beneficiado com descontos proporcionais de juros e demais acréscimos quando antecipa o pagamento de débitos cuja origem está vinculada à concessão de crédito. Como você realizou um financiamento, então este direito está assegurado por lei.

Caso o banco insista em negar o desconto, você pode fazer prevalecer este direito mediante uma ação judicial.

Ressalto apenas que em casos de aquisição de bens por meio de leasing, operação que não é caracterizada concessão de crédito, mas sim como uma espécie de aluguel com opção de compra, a redução de juros não é obrigatória. O leasing é comumente praticado em negócios que envolvam a aquisição de veiculos.

*Ronaldo Gotlib é consultor financeiro e advogado especializado nas áreas de Direito do Consumidor e Direito do Devedor. Autor dos livros “Dívidas? Tô Fora! – Um Guia para você sair do sufoco”, “Testamento – Como, onde, como e por que fazer”, “Casa Própria ou Causa Própria – A verdade sobre financiamentos habitacionais”, “Guia Jurídico do Mutuário e do candidato a Mutuário”, além de ser responsável pela elaboração do Estatuto de Proteção ao Devedor e ministrar palestras sobre educação financeira.

Financiar moradia não é ‘bicho de sete cabeças’

 

financas-pessoasUma das maiores dúvidas de quem quer comprar a casa própria é saber se a situação financeira é compatível. A outra é saber quais os documentos exigidos para a aprovação de crédito e, no caso de trabalhador informal, como comprovar renda para financiar o imóvel. Especialistas garantem que nada disso é um “bicho de sete cabeças”. Só é preciso organizar os documentos e seguir algumas regras, entre elas a de não ter o nome sujo.

Rodrigo Ribas, gerente de Processamento de Vendas da Cury Construtora, explica que, para avaliar a capacidade de crédito do candidato, o agente financeiro analisa o estado civil, a idade, o cargo que ocupa e o tipo de renda – se é formal, com carteira assinada, ou informal.

– Com isso, são computados 30% da renda bruta, o que será equivalente à parcela máxima permitida para a contratação do financiamento. Neste caso, os 30% variam de acordo com o score (pontuação) do cliente no agente financeiro e oscilam de acordo com o perfil – disse ele.

Para passar sem problemas pela avaliação de crédito, no caso do trabalhador formal, um ponto a favor é ter mais de três anos de registro em carteira:

– Ter FGTS, além de ajudar a abater o saldo devedor, diminui em 0,5% a taxa de juros.

Outra dica para quem é trabalhador informal é declarar o Imposto de Renda do último ano de forma compatível com a renda apresentada.

– É possível compor renda com outra pessoa, desde que haja uma ligação familiar de até segundo grau ou uma relação estável – disse o gerente comercial da Direcional Engenharia, Rafael Barboza.

Foi assim que a cabeleireira Iris Rodrigues dos Santos, de 48 anos, sem renda formal, conseguiu realizar seu sonho.

Fonte: Jornal Extra

Quais as vantagens de uma varanda gourmet

Tendência de imóveis, a varanda gourmet aparece como uma ótima opção para quem mora em apartamento, mas não dispensa reuniões com amigos e parentes. A área é ideal para churrascos e almoços. Veja alguns motivos para também adquirir um imóvel com esse diferencial.

  • Receber visitas sem ter que deixá-las aguardando na sala, enquanto cozinha. O ambiente integrado permite a interação do anfitrião e seus convidados mesmo durante o preparo das refeições.
  • Ótima opção para quem morava em casa e sente falta de reuniões frequentes.
  • Ambiente mais prático para quem curte churrasco, mas prefere não utilizar a churrasqueira comum do prédio, devido ás regras e até mesmo pagamento de taxa de uso.
  • Privacidade para receber seus convidados a qualquer hora, sem a interação com os vizinhos.

E para quem ainda assim não se convenceu com os motivos, a varanda gourmet também funciona “desconstruída” e transformada em uma extensão da sala de estar. O proprietário ganha um espaço para relaxar.

Fonte: Direções Consultoria Imobiliária