Teto para comprar imóvel novo com FGTS sobe para R$ 1,5 milhões

05-DSC_0868CMN aprova aumento do limite máximo até o fim do ano, e o valor será igual para todos os estados; última alteração foi em novembro

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou nesta quinta-feira o valor máximo de avaliação de imóveis que podem ser financiados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para 1,5 milhão de reais. A nova regra vale apenas para a aquisição de imóveis residenciais novos contratados no ano de 2017. O novo limite entra em vigor na segunda-feira (20).

Outra novidade é que o novo teto vale para para qualquer região do país. Antes, o valor máximo de avaliação do imóvel financiado com recursos do FGTS era de 950.000 para São Paulo, Rio, Minas e no Distrito Federal. Para os demais Estados, o teto era de 800.000. O CMN já havia reajustado esses limites em novembro.

Em nota, o Ministério do Planejamento informou que a medida ampliará o acesso dos mutuários a financiamentos mais baratos.

“Com a mudança, os mutuários terão acesso não só às taxas de juros aplicáveis ao SFH, em geral mais baixas do que aquelas vinculadas a outros tipos de operações imobiliárias, mas à possibilidade de movimentar os recursos de suas contas vinculadas do FGTS para o pagamento de parte das prestações ou para a amortização dos financiamentos, desde que observados os demais requisitos legais e regulamentares que regem o fundo”, destacou a nota.

Os financiamentos concedidos no âmbito do SFH cobram juros mais baixos limitados a 12% ao ano. Financiamento de imóveis avaliados acima do limite estabelecido pelo SFH são enquadrados no SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário), cujas taxas costumam ser mais altas

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, havia anunciado a medida em uma entrevista veiculada pela emissora GloboNews na última quarta-feira. “Isso significa que a classe média vai ser extremamente beneficiada, porque não só pode sacar as contas inativas, mas pode usar também recurso das contas ativas para financiar e pagar a casa própria”, disse o ministro.

Meirelles também citou outras medidas para impulsionar o crescimento econômico, como o aperfeiçoamento das regras de execução de garantias, tanto de imóveis quanto de outros bens, buscando baixar a taxa de juros.“É o regime de alienação fiduciária, que é muito melhor e mais rápido e mais seguro que a hipoteca, por exemplo”, disse ele.

 

Fonte: http://veja.abril.com.br/economia/governo-eleva-financiamento-de-casa-pelo-fgts-para-r-15-milhao/

Deixe seu apartamento mais aconchegante com uma varanda gourmet

Ilustração da Varanda Gourmet do Saint Michel Boulevard

Ilustração da Varanda Gourmet do Saint Michel Boulevard

Varanda gourmet é mais um espaço que está em alta nos condomínios lançados recentemente. Agora, a sacada ganha praticidade para ser um espaço multiuso, proporcionando um lugar aconchegante para receber amigos, e não só um lugar que serve para dar aquela relaxada no final da tarde.

O ambiente serve como uma salinha de jantar mais íntima para quem gosta de reunir convidados em um encontro particular mas não tem espaço o suficiente na cozinha e não quer alugar uma área comum, pois é um espaço muito grande.

As varandas são chamadas também de “terraço gourmet” e não estão apenas presentes em residenciais de luxo, empreendimentos mais simples também já dispõem desse diferencial. Caso o seu não tenha um mas gostou da ideia, planeje a sua varanda gourmet e, se o local precisar de reforma, leve o assunto em assembleia e consulte o Regulamento Interno.

Analise os pontos hidráulicos e elétricos para a instalação da pia e geladeira. Se a sua varanda não for fechada e não possua cortinas, escolha móveis específicos para áreas externas que não desbotam ou estragam facilmente por conta do tempo. Fique atento aos que são feito de pano, pois a fumaça da churrasqueira pode deixar cheiro ruim danificar a qualidade.

Uma dica é escolher móveis com prateleiras e gavetas para guardar a comida, toalhas, talheres e demais utensílios de cozinha, assim você não precisa ficar indo até a cozinha para pegar algo. Para aproveitar o espaço, utilize móveis compactos, como por exemplo, em vez de uma cadeira, para sentar a mesa use bancos baixos, que depois podem ser guardados debaixo dela.

Caso não haja a possibilidade de ter uma churrasqueira e pia, é válido usar uma bancada apenas para servir os alimentos e preparar a comida na cozinha. Lembre-se de privilegiar a circulação de pessoas no espaço. Outra saída para economizar espaço é substituir a churrasqueira convencional por uma elétrica ou um grill, e um frigobar em vez de uma geladeira, por exemplo.

Como decoração, já que é um espaço pequeno, pode usar quadros e pequenas plantas, fazendo também uma mini horta com temperos como salsinha, cebolinha e manjericão, para dar mais sabor a comida.

Fonte: http://blog.brcondos.com.br/deixe-seu-apartamento-mais-aconchegante-com-uma-varanda-gourmet/

6 dicas simples para ter um quarto antiestresse

A vida fica corrida e às vezes é difícil encontrar um tempo e espaço para recarregar as energias – que tal fazer do seu quarto um refúgio?

Iluminação mais baixa também ajuda a o corpo a relaxar, então deixe apenas alguns desses pontos de luz ligados (Thinkstock)

Iluminação mais baixa também ajuda a o corpo a relaxar, então deixe apenas alguns desses pontos de luz ligados (Thinkstock)

São comuns os dias em que a vida fica corrida, quando parece que cada aspecto diferente da rotina disputa por uma atenção integral. “O estresse é conhecido como o mal do mundo moderno, dessa nossa vida agitada e cheia de cobranças. Cuidar do corpo, da mente são essenciais e não podemos nos esquecer que a nossa casa tem um papel fundamental nessa jornada. É de grande importância de termos um ambiente onde nos sintamos bem”, observa a arquiteta Michelle Dias Nucci.

Para que você possa encontrar um tempo e espaço que estimule a desaceleração e o relaxamento onde você consiga recarregar as energias diariamente, que tal transformar o quarto em um refúgio anti estresse? Confira 6 dicas:

1. Invista em uma boa cama

Pode não ser um dos itens mais baratos ou fáceis de comprar para a casa, mas a cama tem um papel essencial em nossas vidas: passamos muito tempo nelas e é ali onde recarregamos as energias. Uma boa cama é sinônimo de um descanso melhor e de maior qualidade.

2. Organização faz a diferença

“O quarto tem que ser um ambiente bem planejado, organizado e clean, onde suas roupas e objetos pessoais estejam devidamente armazenados, fazendo com que você deixe totalmente de lado todo o acumulo de obrigações do seu dia”, explica Michelle. Não sabe por onde começar? Confira as nossas dicas de organização.

3. Cuidado com as cores

Se você associou o branco e outras cores claras ao conforto e relaxamento, acertou em cheio. Mas isso não significa que o quarto tem que ter uma decoração simples e sem graça: “As cores têm uma forte influência em nossa vida e podem inclusive determinar o nosso humor. No quarto recomendamos tons claros e neutros que, ao contrário de tons escuros e vibrantes, diminuem a agitação. Mas, se você não você não abre mão do colorido, opte por usar os tons mais fortes nos objetos de decoração – lembranças também trazem conforto emocional”, conta a profissional.

4. Repense o armazenamento dos eletrônicos

Se você possui um smartphone, a probabilidade de você dormir próximo dele e/ou usá-lo antes de dormir é muito grande, mas, infelizmente, essa prática não é nada saudável para o seu estresse. “Já existem vários estudos que dizem que os equipamentos eletrônicos enquanto estão na tomada, mesmo desligados, emitem ondas eletromagnéticas que são transmitidas e podem deixar a pessoa cansada. Portanto, se você pretende realmente buscar um momento de descanso e meditação, deixe sua TV, celular, laptop e tablets em outro ambiente”, diz Michelle. Se o caso foi impossível, tente usar o eletrônico o mínimo possível ou use-o para colocar um som baixo com músicas que acalmem.

5. O papel da iluminação

A iluminação tem um papel de peso no nosso dia a dia, desde a exposição a luz artificial no trabalho ao uso de luminárias e lâmpadas durante a noite. Mas, para a profissional, nada substitui a importância do sol em nossas casas: “enquanto estiver fora, deixe as janelas abertas se possível, nem que seja uma pequena fresta, para circulação do ar. Assim, quando você voltar terá uma ambiente renovado”, indica. Durante a noite e quando o sol não estiver em cena, a dica é usar luzes mais amareladas e pontuais, como luminárias e abajures. A iluminação mais baixa também ajuda a o corpo a relaxar, então deixe apenas alguns desses pontos de luz ligados.

6. Decoração clean e organizada

“Uma decoração clean e organizada vai sem dúvida criar um ambiente mais tranquilo. Uma boa dica é usar a aroma terapia, já que a substância ali usada estimula o organismo a liberar endorfina, o hormônio que produz sensações de prazer e relaxamento. O aroma da camomila, por exemplo, melhora o bem estar e alivia o estresse, ajudando a ter uma boa noite de sono”, diz Michelle. Assim, aposte em um quarto com elementos pontuais e em itens bem guardados. No mais, faça uma xícara de chá, acenda uma vela e aproveite o seu refúgio dentro de casa.

Fonte: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/6-dicas-simples-para-ter-um-quarto-antiestresse/

 

Posso usar o FGTS mesmo com nome sujo?

fgtsQuero usar meu FGTS para dar entrada na casa própria, mas tenho “nome sujo” (negativado). Mesmo assim é possível ou tenho que regularizar a situação do meu nome primeiro?

Resposta de Marcelo Prata*:

Não é um restritivo para a utilização do FGTS o fato de você ter o “nome sujo”. No entanto, caso sua intenção seja realizar um financiamento imobiliário para pagar parte do valor do imóvel, isso não será possível em função das restrições que você mencionou.

O raciocínio é relativamente simples, o FGTS é o seu dinheiro que está aplicado em fundo mas que só pode ser sacado em ocasiões especiais, como demissão sem justa causa, doenças graves ou compra do imóvel para moradia, portanto, independente de ter restritivos em seu nome é seu direito poder utilizá-lo.

Já a parte do financiamento é uma linha de crédito como qualquer outra e, para que seja aprovada, será realizada uma análise da sua capacidade de pagamento e seu histórico no mercado.

Por esse motivo, o “nome sujo” irá lhe impedir de conseguir algum banco que aceite financiar. A única opção que resta é pagar à vista utilizando o FGTS como parte do pagamento, uma vez que nenhum banco financia nessas condições.

Um ponto para você avaliar é se está no melhor momento para realizar a compra de um imóvel. Mesmo podendo utilizar o FGTS você terá custos com a compra como documentação, por exemplo, além de outros com mudança e pequenas reformas que possam ser necessárias.

Como mencionou que está com o “nome sujo” isso me faz pensar que seu orçamento esteja muito apertado. Assim, minha sugestão é que você regularize primeiro essas pendências, poupe aproximadamente 10% do valor do imóvel para as despesas e ai sim faça a compra.

Até porque, no atual cenário da economia, caso perca o emprego, seu FGTS funcionará como uma espécie de seguro para arcar com as despesas pessoais e familiares enquanto não se recolocar.

Dessa forma, não só conseguirá um financiamento imobiliário, se for o caso, como a compra do imóvel terá sido uma decisão pensada e sustentável de se pagar.

*Marcelo Prata é especialista em crédito imobiliário e fundador dos sites Canal do Crédito e Resale.com.br

Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/posso-usar-o-fgts-mesmo-com-nome-sujo/

 

Estas 6 cores garantem mais tranquilidade para a sua casa

De acordo com a psicologia das cores e o Feng Shui, esses são os melhores tons para decorar a casa e fugir do estresse. Seu lar é seu refúgio!

1. Cores tranquilas

Imagem: Thinkstock

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Em meio à rotina apressada é difícil encontrar calmaria e o momento de relaxar se torna reservado para o lar. Por esse motivo é essencial decorar o espaço em que você mora de maneira confortável, aplacando a negatividade e o estresse. O Feng Shui também enfatiza a força do tom sob as energias da pessoa e de seu lar. Confira a lista das nuances mais calmantes de acordo com a psicologia das cores e também o que a arte milenar chinesa diz sobre cada uma.

2. Azul

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Vários tons de azul são os primeiros recomendados quando o assunto é cor para ambientes calmantes. Eles estão ligados à mente, logo se relacionam à serenidade e configuram quartos perfeitos para uma noite de sono profundo! Quanto mais claro, mais acalmam e auxiliam na concentração. No Feng Shui, azul claro representa juventude e novos começos, algo necessário após um dia cheio. Já o azul escuro deixa o espaço repleto de sabedoria e introspecção, motivando momentos solitários de reflexão.

3. Violeta

Imagem: Thinkstock

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Uma cor pastel tão suave não poderia ficar de fora da lista! O violeta é uma ramificação do azul, uma nuance leve do roxo que inspira espiritualidade. Por isso ele engloba algumas características dos dois, maximizando a tranquilidade dos ambientes em que está. Ele encoraja a contemplação e meditação – não há lugar melhor para meditar que em um cômodo violeta!

4. Rosa pálido

Imagem: Thinkstock

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O rosa ajuda a trazer paz para dentro de um ambiente – com a condição de que você não invista de cara em um rosa choque! Para o Feng Shui, além de ser relacionado ao amor, ele também está ligado à parceria – algo que precisamos dos outros e de nós mesmos. Os tons certos ficam bem em qualquer ambiente, principalmente combinados com cinza para terem a energia do vermelho dentro deles neutralizada.

5. Verde

Imagem: Thinkstock

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Não há nada mais calmante que a natureza e o verde é a cor que melhor a representa. O frescor do tom tranquiliza os pensamentos! Ele é representante de crescimento, trazendo frescor para o lar. Invista em paredes deste tom ou em várias plantas sob um belo fundo branco para deixar a casa com cara de refúgio.

6. Cinza

Imagem: Thinkstock

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Já falamos como tons de cinza são uma enorme tendência na decoração – o que deixa sua presença nesta lista ainda mais cheia de significado! Cinzas frios, puxados para o azul, são ideais para neutralizar um ambiente e deixa-lo sereno. A arte milenar explica que a cor representa a união harmoniosa entre preto e branco, ambos em equilíbrio. Bem clarinho, parece o céu nublado em dia de garoa – ideal para quem gosta de contemplação e calmaria ouvindo as gotas leves na janela. Aproveite nossa matéria com cinco dicas para decorar com o cinza como tom neutro!

7. Branco

Imagem: Thinkstock

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Branco costuma representar claridade, que pode ser relacionada à lucidez. Não há nada melhor em um dia estressante do que esfriar a cabeça e se renovar, algo que é muito feito em banheiros. Por isso este ambiente essencial para o relaxamento costuma possuir essa cor! Apesar disso, o Feng Shui alerta para a força ousada que o branco pode ter, tornando-se difícil de olhar principalmente quando ele é puríssimo e extremamente claro. A solução para que ele seja efetivo e traga benefícios para a mente é usá-lo em tons atenuados, beirando o cinza. Aproveite e combine-o a texturas e até madeiras claras para não correr o risco de deixar o ambiente frio demais – atingindo o efeito contrário do procurado.

Fonte: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/estas-6-cores-garantem-mais-tranquilidade-para-a-sua-casa/

 

Saiba como não errar na hora de compor ambientes com tapetes

Versáteis e atemporais, os tapetes casam tanto com ambientes modernos quanto com ambientes mais clássicos

Engana-se quem acha que o tapete é apenas mais um acessório para decorar a casa. Eles podem ser considerados os fundamentos de cada ambiente, podem ter significações e dar a base de estilo. Eles aquecem, unificam espaços, orientam a circulação, favorecem a acústica, personalizam cada canto da casa e podem dar um toque de sintonia com a personalidade do morador.

Atemporais e com status de obras de arte, os tapetes orientais, especialmente os persas, são clássicos que carregam elementos de culturas milenares e podem dar um ar de requinte a diferentes ambientes. Eles trazem riqueza de detalhes, desenhos e cores, podendo assim ser protagonistas do aposento. “Com bom gosto e atenção à composição total do ambiente – cores, texturas, nuances e estilo – também é possível harmonizar o tapete oriental com móveis que também são estrelas na ambientação”, explica o catalão José Morales, proprietário da loja Morales Furniture e Tapetes.

Em decorações mais tradicionais, o tapete estampado combina muito bem com móveis de madeira e decoração com detalhes em dourado (Foto: Shutterstock)

Em decorações mais tradicionais, o tapete estampado combina muito bem com móveis de madeira e decoração com detalhes em dourado (Foto: Shutterstock)

Morales pontua que existem tapetes para cada tipo de ambiente e estilo. “Fica muito chique combinar um tapete com características marcantes e tons quentes a móveis mais clean e de linhas retas, modernos e em tons claros”, sugere. Nesse caso, um tapete oriental funciona como um ponto forte da decoração e, dependendo da estamparia escolhida – em tons terrosos por exemplo –, são capazes de trazer aconchego e calor ao espaço.

Em decorações mais tradicionais, o tapete estampado combina muito bem com móveis de madeira e decoração com detalhes em dourado.

Já os tapetes em cores lisas costumam ser coringas para uma decoração mais jovial e colorida. “Busque fazer da decoração da sua casa uma extensão da sua personalidade. O importante é que você se sinta bem e à vontade para receber amigos e familiares. Tem que preze mais o conforto.

Já os tapetes em cores lisas costumam ser coringas na decoração (Foto: Shutterstock)

Já os tapetes em cores lisas costumam ser coringas na decoração (Foto: Shutterstock)

Outros preferem priorizar o estilo. Há ainda os que buscam um equilíbrio entre esses dois fatores. Isso, na minha opinião, é o ideal”, Morales comenta.

Como posicionar o tapete?

O especialista lembra que é importante medir o tamanho dos espaços disponíveis para não errar na proporção. “Não se pode passar a impressão de que o tapete está sobrando, parecendo quase um carpete e, assim, desvalorizando a peça, nem tampouco ser pequeno demais e não acomodar a mobília do ambiente”, explica Morales.

Sala de estar

Existe também a opção de deixar alguns móveis para fora, como a mesa lateral (Foto: Shutterstock)

Existe também a opção de deixar alguns móveis para fora, como a mesa lateral (Foto: Shutterstock)

Aqui a peça deve ser grande, permitindo posicionar todos os móveis do living em cima. “Isso traz sensação de amplitude”, comenta. Existe também a opção de deixar alguns móveis para fora, como a mesa lateral. Sempre respeite a regra de que o tapete deve ultrapassar os pés do sofá em pelo menos 10 centímetros.

Sala de jantar

Atemporais e com status de obras de arte, os tapetes orientais, especialmente os persas, são clássicos que carregam elementos de culturas milenares (Foto: Shutterstock)

Atemporais e com status de obras de arte, os tapetes orientais, especialmente os persas, são clássicos que carregam elementos de culturas milenares (Foto: Shutterstock)

Aqui o tapete deve criar uma moldura para a mesa de jantar e facilitar a movimentação das cadeiras. Para isso, escolha uma peça cujo tamanho ultrapasse o tampo da mesa de 70 centímetros a 1 metro, para acomodar as cadeiras sem que nenhum dos pés fique fora do tapete mesmo quando forem usadas.

Quarto

Busque tapetes aconchegantes e macios para este ambiente (Foto: Shutterstock)

Busque tapetes aconchegantes e macios para este ambiente (Foto: Shutterstock)

Escolha um tapete que calce a cama e ultrapasse a largura em 70 centímetros de cada lado. Busque tapetes aconchegantes e macios para este ambiente.

Fonte: http://revista.zapimoveis.com.br/saiba-como-nao-errar-na-hora-de-compor-ambientes-com-tapetes/

 

Não consigo mais pagar um imóvel financiado. E agora?

Imóvel financiado: o não pagamento das parcelas pode fazer você perder o bem (Thinkstock)

Imóvel financiado: o não pagamento das parcelas pode fazer você perder o bem (Thinkstock)

O não pagamento das prestações da casa ou apartamento financiados podem levar à perda do imóvel, mas prazo depende do tipo de contrato.

O não pagamento das prestações da casa ou apartamento financiados podem levar à perda do imóvel.

Nos financiamentos imobiliários, existem basicamente dois tipos de garantia: a hipotecária e a alienação fiduciária. O comprador pode identificar no próprio contrato qual foi a forma escolhida.

Embora os nomes sejam complicados, a principal diferença entre elas, para quem está inadimplente, é o tempo que o devedor tem para tentar renegociar a dívida ou arrumar um meio para pagá-la.

No caso da garantia hipotecária, é necessário um processo judicial, normalmente demorado, para que somente ao final desse trâmite o agente financeiro possa receber o seu crédito ou retomar o imóvel.

Já na alienação fiduciária tudo acontece muito rápido. A falta de pagamento de três parcelas, em geral, dá o direito de o financiador notificar, por cartório o devedor, sem processo judicial, para que pague a dívida corrigida em 15 dias.

Se não realizar o pagamento das parcelas em aberto, acrescida das despesas de cobrança, em até 30 dias o imóvel pode ir a leilão. Ou seja, não há muito tempo para se buscar uma alternativa.

É importante lembrar que, independente de qual seja a garantia, a falta de pagamento quase sempre acaba com a perda do imóvel. O ideal é que, antes de se tornar inadimplente, o comprador tente renegociar a dívida com o agente financeiro.

Resposta de Marcelo Tapai é advogado especialista em direito imobiliário e sócio do escritório Tapai Advogados. É presidente do Comitê de Habitação da OAB/SP e diretor do Brasilcon (Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor)
Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/nao-consigo-mais-pagar-um-imovel-financiado-e-agora/

A importância das áreas de convívio e lazer nos condomínios residenciais

Foto: Rio Jaú

Foto: Rio Jaú28

Com a violência, o trânsito intenso e os apartamentos cada vez menores, as áreas de lazer dos edifícios ganharam uma importância maior na hora do cliente decidir pela compra do imóvel. Para agradar os compradores, as construtoras passaram a cuidar bem do projeto dos espaços de lazer e a maioria delas já entrega tudo mobiliado e equipado para mimar os compradores.

Além da entrega das áreas equipadas e mobiliadas, as construtoras passaram a incluir mais itens nos espaços de lazer. A lista vai desde o básico como piscina, salão de festas e minicampo gramado até opções de diversão inusitadas como pista de skate, boate, cinema, garage band, entre outras. A quantidade de itens depende do tipo de projeto do empreendimento. No estilo condomínio clube, marcado por uma grande quantidade de apartamentos compactos, a área de lazer é ampla e completa e traz até 40 itens.

O acabamento da área de lazer e a qualidade dos móveis e equipamentos usados para equipá-la estão diretamente ligados ao preço do apartamento. Os imóveis mais caros voltados para a classe média alta têm áreas de lazer decoradas com itens requintados. Mas isso não quer dizer que os apartamentos mais populares sejam equipados com desleixo. Pelo contrário, até os imóveis do Minha casa, minha vida têm espaços de lazer bem decorados.

O cliente tem que ter cuidado na hora da compra para não ficar encantado com a enorme quantidade de itens de lazer de um empreendimento e analisar se realmente vai utilizar todos os espaços.

Além da ampliação do número de itens das áreas de lazer, outra característica dos novos tempos da construção imobiliária é a segmentação dos espaços para agradar os moradores de todas as idades. Antigamente, a maior parte dos prédios tinha apena um salão de festas. Hoje são vários voltado para públicos diferentes. Há o salão de festas para os adultos, os voltados para os adolescentes e aqueles para as festas infantis. As crianças menores também ganharam um espaço lúdico e seguro: a brinquedoteca. Isso permite que crianças de dois ou três anos brinquem longe das maiores para evitar acidentes.

Na hora de receber o imóvel, os moradores devem checar logo se todos os equipamentos da área de lazer estão funcionando e se encontram em bom estado. Em caso de itens quebrados ou danificados, o ideal é contactar logo a construtora para que a peça seja consertada ou substituida. Agora se o equipamento quebrar tempos depois que o imóvel for entregue com o uso frequente, aí a responsabilidade é da empresa fabricante.

 

Fonte: CBIB Clipping

Valor do imóvel financiado com FGTS sobe de R$ 750 mil para R$ 950 mil

fgtsO CMN (Conselho Monetário Nacional) decidiu nesta quinta-feira (24) elevar, pela primeira vez desde 2013, o limite máximo do valor do imóvel para financiamento com o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

No caso de São Paulo, Rio, Minas e Distrito Federal, o valor máximo passou de R$ 750 mil para R$ 950 mil. Nos demais Estados, o aumento foi de R$ 650 mil para R$ 800 mil.

A decisão passa a valer a partir desta sexta (25), para imóveis novos e usados.

O novo limite também vale para os financiamentos com as taxas de juros do SFH (Sistema Financeiro de Habitação, que utiliza recursos da caderneta de poupança).

Segundo o BC, a regra que determina que o limite do financiamento é de no máximo 80% do valor de avaliação do imóvel será mantida.

O CMN também decidiu acabar com a chamada “amortização negativa”. Os contratos não poderão mais admitir crescimento do saldo devedor ao longo de todo o período de financiamento.

Para isso, o dinheiro pago mensalmente pelo mutuário deverá ser usado também para abatimento do principal, e não apenas para o pagamento de juros.

Na prática, essa nova regra não terá muito impacto, pois já é adotada pela maioria dos bancos, como a Caixa, que detém a maior parte do financiamento imobiliário no país.

Haverá um período de transição, entre 31 de janeiro e 31 de março de 2017, para que as instituições financeiras se adaptem a essa nova regra.

“Esse é o critério prudente. Que o saldo devedor vá caindo ao longo do tempo”, disse Silva Marques, chefe-adjunta no Departamento de Normas do BC.

O conselho também anunciou que o BNDES poderá emitir um instrumento conhecido como COE (Certificado de Operações Estruturadas), vendidos exclusivamente para grandes investidores.

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/11/1835319-valor-do-imovel-que-pode-ser-financiado-com-fgts-aumenta.shtml

Caixa anuncia redução de juros para financiamento imobiliário

Redução será de até 0,25 ponto percentual para todas as linhas. Taxa balcão – para não clientes – passa de 11,22% para 11% ao ano.

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A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (8) uma redução nas suas taxas de juros para financiamento de imóveis novos e usados com recursos da poupança. A redução será de até 0,25 ponto percentual ao ano para todas as linhas.

A chamada taxa balcão, para clientes que não tem relacionamento com o banco, cairá de 11,22% para 11% ao ano no Sistema Financeiro Habitacional (SFH), e de 12,5% para 12,25% no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).
Apesar da redução, a taxa balcão continuará acima da cobrada em março, quando estava em 9,9%.

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Para os clientes que fizerem a opção de receber o salário pela Caixa e adquirirem imóveis novos ou na planta, cuja construção tenha sido financiada pelo banco, a Caixa irá oferecer condições iguais às oferecidas aos servidores públicos. A taxa de juros cairá de 11,22% ao ano para 9,75% ao ano no SFH, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis enquadrados no SFI.

Segundo a Caixa, as medidas “são reflexo da diminuição da taxa Selic” – juros básicos da economia, que foram reduzidos no mês passsado pelo Banco Central para 14% ao ano.

“O objetivo é contribuir para alavancagem de vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e, consequentemente, atrair novos clientes para a instituição, com condições especiais no crédito imobiliário”, disse a Caixa, em comunicado.

O banco anunciou ainda que o limite mínimo de financiamento no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) passou de R$ 100 mil para R$ 80 mil. No SFI, o limite para imóvel residencial é R$ 650 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde é de R$ 750 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

Em março, banco elevou taxas

Em março, a Caixa tinha elevado suas taxas de juros para crédito imobiliário, citando alinhamento ao atual cenário econômico”.

A Caixa informou que já aplicou em 2016 R$ 66,2 bilhões dos R$ 93 bilhões destinados no ano para crédito habitacional. O banco é responsável atualmente por de 66,9% do crédito imobiliário oferecido no país.

O volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis caiu 45,8% neste ano, no acumulado até setembro, na comparação com 2015, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Nos 9 primeiros meses do ano, o volume de empréstimos para aquisição e construção da casa própria com recursos do SBPE somou R$ 33,6 bilhões. Entre janeiro e setembro, foram financiados 148,1 mil imóveis, o que corresponde a uma queda de 47,3% em relação a igual período de 2015, segundo a Abecip, quando 281,1 mil unidades foram contratadas.

Taxas para empresas

Para o segmento Pessoa Jurídica, a Caixa reduziu a taxa de juros em 1 ponto percentual ao ano em todas as faixas de relacionamento. As taxas para Micro e Pequenas Empresas (MPE) cairão de 14% para 13%, e para Médias e Grandes Empresas (MGE) de 13,5% para 12,5%.

A Caixa elevou o prazo para empresas que pretendam financiar a construção de empreendimentos pelo banco, pelo SBPE, incluindo elevação do prazo do produto para até 36 meses e concessão de carência pós-obra de 12 meses.

Confira a íntegra do comunicado:

A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta terça-feira (8), a redução da taxa de juros para pessoa física e pessoa jurídica, além da diminuição da cota mínima de financiamento dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Todos os clientes pessoa física que financiarem imóveis novos ou usados, enquadrados no SBPE, terão redução linear de 0,25 ponto percentual, independente do relacionamento com o banco.

Para clientes que adquirirem imóveis novos ou na planta, cuja construção tenha sido financiada pela CAIXA, e fizerem a opção de receber o salário pela CAIXA, o banco irá oferecer taxas de juros especiais, iguais às oferecidas aos servidores públicos. As taxas de juros passariam, nesse caso, de 11,22% a.a para 9,75% a.a, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 12,5% a.a para 10,75% a.a, para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Veja tabela abaixo:

As medidas são reflexo da diminuição da taxa SELIC, anunciada recentemente pelo Banco Central. O objetivo é contribuir para alavancagem de vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e, consequentemente, atrair novos clientes para a instituição, com condições especiais no crédito imobiliário.

A CAIXA disponibilizou R$ 93 bilhões para o crédito habitacional, neste ano, e já aplicou R$ 66,2 bilhões. A expectativa é aplicar R$ 26,8 bilhões até o final do ano.

Apoio à Construção Civil:

Para o segmento Pessoa Jurídica, a CAIXA reduziu a taxa de juros em 1% a.a, em todas as faixas de relacionamento. As taxas para Micro e Pequenas Empresas (MPE) cairão de 14% para 13%, e para Médias e Grandes Empresas (MGE) de 13,5% para 12,5%.

O banco implantou também o sistema de taxa segregada por rating, para o segmento corporativo, que visa beneficiar as empresas com alto índice de relacionamento com a CAIXA. Com a medida, a redução de juros, de acordo com o relacionamento, pode chegar até 1,5% a.a. Para empresas com rating A, a taxa deve variar de 12,5% para 11%. Para empresas com rating B e C, as taxas mínimas chegarão, respectivamente, a 11,5% e 12%.

Para imóveis enquadrados no SFI, o banco modificou a remuneração do Correspondente CAIXA Aqui (exceto repasses), padronizando em 1% o valor do financiamento, com limite de R$ 2 mil nas operações do FGTS e sem limite para o SBPE.

A CAIXA ainda realizou uma série de ajustes para empresa que pretendem financiar a construção de empreendimentos pelo banco (Apoio à Produção), dentro do SBPE.
* Elevação do prazo do produto para até 36 meses
* Concessão de carência pós-obra de 12 meses
* Utilização da tabela Price nos contratos de produção
* Possibilidade de acréscimo de 25% sobre a obra a executar

Diminuição do valor mínimo de financiamento dentro do SBPE Além da redução de juros e taxa especial, a CAIXA promoveu melhoria de condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite mínimo de financiamento no SBPE passou de R$ 100 mil para R$ 80 mil. A medida busca atender o mercado de unidades habitacionais nessas faixas e vale para imóveis novos e usados, dentro do SFH e SFI.

O limite do SFH para imóvel residencial é R$ 650 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde é de R$ 750 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

A CAIXA tem participação de 66,9% no mercado imobiliário e permanece líder nesse segmento.

 

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/11/caixa-anuncia-reducao-de-juros-para-financiamento-imobiliario.html